Category Archives: guitarras

Giannini Relança Guitarra Diamond GSH-350

Sucesso nos anos 70, a Guitarra Diamond da Giannini foi relançada na Expomusic 2012 e agora está chegando nas lojas especializadas em todo Brasil. Confira o vídeo, do pessoal do Cifra Club Reviews:

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Marshall oferece curso online de guitarra

Essa é pra quem deseja aprender a tocar um instrumento e quer economizar tempo e dinheiro. A Marshall Amplificadores possui um hotsite bem legal, com aulas detalhadas para quem quer aprender a tocar guitarra. São dez aulas ilustradas, produzidas em parceria com a Pride Music, com textos fáceis e bastante detalhados. As aulas mostram desde os fundamentos mais básicos do instrumento até as técnicas mais avançadas de execução. Têm também algumas dicas sobre como cuidar da sua guitarra.

“Como segurar sua guitarra”, “Dicas de Afinação”, “Ajustes do amplificador” são algumas das seções do site. São recomendados pelo menos 25 minutos diários de prática, para quem está começando. Confira aqui.

Jornal da Globo exibe matéria gravada na Acústica

Na sexta-feira, 21 de maio, o Jornal da Globo exibiu matéria gravada na Acústica pelo jornalista Nelson Motta, para o quadro Sintonia Fina. Durante a reportagem, ele falou sobre Jimmy Hendrix, usando como cenário a loja e as guitarras da Acústica Perfeita da Rua Carioca.

CLIQUE AQUI para assistir ao vídeo

Reprodução do site do Jornal da Globo

Nelson Motta fala sobre Jimmy Hendrix ao blog da Acústica

Tivemos alguns minutinhos de conversa com o jornalista, durante gravação de reportagem em uma das lojas

Mais uma vez, uma loja da Acústica é escolhida como cenário para matéria de TV. Desta vez, recebemos a ilustre visita de Nelson Motta, conforme postamos aqui, no início da semana. A simples presença do jornalista já foi uma experiência marcante pra gente – Nelson é um ícone da história da música brasileira: suas letras já foram interpretadas por Gal Costa, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Elis Regina, Elizeth Cardoso, Maria Bethânia, Rita Lee, Djavan… A lista é extensa. Nana Caymmi, Erasmo Carlos, Tim Maia, Sergio Mendes – praticamente todos os grandes intérpretes da nossa música têm alguma relação com o cara. Compositor, produtor musical, jornalista, escritor, já foi casado com a atriz Marília Pêra, foi o responsável pelo lançamento de Marisa Monte no cenário artístico, além de ter sido criador da casa noturna Dancin’ Days, a primeira discoteca do Brasil, montada em 1976, cujas garçonetes cantoras logo seriam conhecidas como As Frenéticas.


Autor de “Noites tropicais: solos, improvisos e memórias musicais” (2000), “Vale tudo – O som e a fúria de Tim Maia” (2007) e do recentemente lançado “Força estranha”, Nelson Motta é referência bibliográfica quando o assunto é música. Na visita que fez à Acústica (Rua da Carioca, 43), depois de horas de gravação, ele deu uma palavrinha rápida com a equipe do blog, explicando um pouco da matéria sobre Jimmy Hendrix, que vai ao ar nesta sexta-feira à noite, no quadro sobre música, que apresenta no Jornal da Globo.

Confira aqui o making off, no flickr da Acústica

“Aproveitei o lançamento do disco Valleys of Neptune [Sony] pra fazer uma coluna sobre o Jimmy Hendrix. O gancho foi o lançamento deste disco inédito, quarenta anos depois de sua morte. Na coluna, estou fazendo uma revisão da carreira dele, quando ele começou na Inglaterra”.


E Nelson nos conta um pouco sobre a vida do astro:

“Os Beatles eram fãs dele. Eric Clapton, Jeff Beck, The Who, todo mundo virou fã do Hendrix em Londres, enquanto ninguém o conhecia nos EUA. Se bem que o Jimmy Hendrix, antes de ir para a Inglaterra, tocou com BB King, com Isley Brothers e com o Little Richard. Ele fez um curso completo de blues, de R&B com o Isley Brothers e de rock and roll com o Little Richard. Juntou tudo isso com o gênio dele e aprendeu muito de guitarra, de distorções. Ele teve aula com Frank Zappa. O Jimmy embalou isso tudo e estourou. Nos EUA não deu muito certo, mas quando ele foi pra Inglaterra, aí que ele fez a Jimmy Hendrix Experience e começou a ser visto, virou um gênio da guitarra”.

No meio da gravação, entre guitarras Fender e Gibson, escolhidas minuciosamente pela equipe, eis que um trompete sai da vitrine e entra também em cena:

“[Na matéria], falo também do Miles Davis, que tinha o sonho de gravar com Jimmy Hendrix – algo que nunca aconteceu. Então a gente vai misturar na televisão uma gravação do Hendrix com outra do Miles Davis”, explica Nelson.


Nós perguntamos se esse mash up de artistas é ainda uma questão quente, dentro do debate sobre a lei de Direito Autoral e ele responde:

“Eu acho um avanço e acho que isso tem que ser legalizado, como foram os samples. Hoje pessoas podem samplear o que quiser, pagam os direitos, tem créditos no disco. É civilizado. E isso vai existir cada vez mais. Pra mim, o que interessa é o resultado. Quantos discos não foram feitos com duetos póstumos, não é? Tem uns que são ridículos, constrangedores, deviam ser proibidos! Tem outros que são sublimes, geniais. A tecnologia nos permite isso. Às vezes dá muito certo. Tem o Renato Russo cantando com a Marisa Monte, que é um espetáculo. O que interessa é isso”.

[ Jean Souza]