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Cristina Mel fala sobre novo CD infantil ao blog

Cristina Mel está mais radiante que nunca, com o lançamento do álbum Clube da Cristina Mel, pela gravadora MK. Hoje pela manhã ela falou ao blog da Acústica sobre a tarde de autógrafos que realizou ontem em São João de Meriti, no Rio.

Na foto, Cristina com a filha Isabella, na produção do novo DVD

Como foi a tarde de autógrafos de ontem e como está sendo a recepção do público ao novo CD infantil?
Ontem foi maravilhoso, fiquei três horas e meia autografando e atendendo as crianças e os pais com muito carinho. O espaço foi muito confortável,  creio que Deus abriu uma grande porta naquele lugar. Foi a primeira tarde de autógrafos gospel que o Shopping Grande Rio promoveu com as crianças. Foi uma benção! O nome de Jesus foi exaltado naquele lugar.

O trabalho com crianças mudou, agora que você é mamãe?
O Prazer é maior, a responsabilidade também. Tudo o que desejo para a minha filha, desejo para todas as crianças no Brasil e no mundo.

Como foi o trabalho de escolha das músicas deste novo CD? Tem alguma faixa especial?
Este trabalho foi desenvolvido com muita oração e com a participação fundamental da Dona Yvelise Oliveira (Presidente da MK), do Produtor Rogério Vieira e de uma equipe de pastores, de crianças e professores. São cinco temas diferentes, todos especiais. Tema “Coração”, porque devemos guardar o nosso coração de todo o mal. Tema “Tecnologia”, porque não se precisa de celular e nem de internet para ouvir a voz de Deus. É só abrir o coração para Jesus. Tema “Natureza”, porque nos ensina a preservar e cuidar de tudo o que Deus criou. Tema “Notas Musicais”, que ensina a adorar a Deus com todos os ritmos e instrumentos. Tema “Nações”, para que tudo o que tem fôlego louve ao Senhor. O Cd “Clube da Mel”, está lindo! É o melhor CD da minha vida. Aguarde, porque em breve sairá o meu novo DVD “Clube da Mel”!

Cristina Mel é artista Acústica Perfeita
Para informações sobre o show: (21) 3393-6568 / 3393-7212 / 9983-8142
Visite: www.cristinamel.com

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Entrevista: Mauricio Odery

Mauricio Odery

Fabricante de baterias profissionais, a Odery, empresa sediada em Campinas, São Paulo, é referência nacional e internacional entre os músicos. Com linhas de instrumentos customizados, fabricados artesanalmente, e uma linha produzida em série, a empresa faturou em 2008, R$3 milhões – metade, resultante da venda da linha Privilege, voltada para o consumidor mais popular. Tendo Estados Unidos e Europa como os principais destinos das exportações, a empresa vendeu para o mercado externo US$100 mil no ano passado. Em 2009, o lançamento de dois modelos de bateria driblou a crise econômica e a redução no consumo que houve no país, garantindo para a empresa bons resultados. Mauricio Odery, Diretor-Executivo da empresa, faz uma análise deste ano, em entrevista à Acústica:

Estamos em outubro. Já é possível fazer um balanço de como se comportou o mercado de instrumentos musicais em 2009? Como o cenário de crise econômica afetou o mercado musical?
O ano foi muito turbulento, bem complicado. Evidentemente, a crise afetou bastante o mercado. Foi logo depois de uma feira maravilhosa no ano passado. Principalmente por causa da oscilação muito alta do dólar, isso acabou gerando uma confusão para os lojistas, os clientes. Os preços estavam muito discrepantes. Havia diferença muito grande para o mesmo produto. Até hoje ainda se encontra uma diferença de preço muito grande para certas mercadorias. Apenas depois de um tempo, o dólar deu uma estabilizada e o nosso mercado é um dos últimos a sentir a melhora. O governo auxiliou os mercados maiores, de carros, eletrônicos. A gente acaba concorrendo com esses mercados, o consumidor acaba comprando um eletrodoméstico, ou prefere utilizar o crédito para a compra de um carro. A última coisa que ele vai comprar vai ser um instrumento musical – o que faz parte da própria cultura do país… Pra nós da Odery, essa turbulência foi um pouco menor. A gente estava desenvolvendo um produto e pôde dar uma crescida muito forte. Devido ao lançamento da Privilege Jazz e da Privilege Fusion, no final do ano a gente teve um crescimento razoável. Foi um ano bastante positivo pra gente.

Acima, detalhe da Privilege Jazz Fusion, lançamento da Odery

Acima, detalhe da Privilege Jazz Fusion, lançamento da Odery

Apesar dos lançamentos recentes, há previsão de novidades já para o ano que vem?
Já estou com um projeto para 2010, um projeto que venho desenvolvendo há uns dois anos, paralelo ao projeto da nova Privilege, mas demanda um investimento muito alto. Veremos se será possível viabilizá-lo financeiramente.

Vocês participaram da Expomusic, agora em setembro. Durante o ano, houve também participação da Odery em feiras regionais?
Nós não fizemos as feiras regionais porque não temos produtos para serem vendidos em qualquer loja. A gente procura trabalhar com as grandes lojas, que vão dar prioridade pra gente. Com o dinheiro que a empresa gastaria numa feira regional, a gente faz o contato com o lojista de cada cidade. Desta forma, a gente tem a oportunidade de conhecer o espaço, ver como o produto está sendo exposto, conversar com o cliente. Nosso produto é um produto de valor agregado mais alto. Visitando o ponto de venda, a gente tem mais oportunidade de sacar se aquele espaço condiz com o que a gente tem.

E como é o mercado carioca? Como tem sido o relacionamento com as lojas Acústica Perfeita/Casa Góes?
O Rio talvez compre mais até que São Paulo, se pensarmos na capital. Foi um processo natural o Rio ser um lugar onde a gente mais vende, pois o contato com os bateras cariocas sempre foi maior pra Odery. A gente se sente muito querido por eles (bateristas), a Odery está inserida de forma muito legal, o consumidor sempre valorizou demais nossa marca. A Acústica é o melhor contato das lojas do Rio. O próprio jeito de a Carol Góes lidar com o negócio me atrai, o jeito de falar, de ela ser. Isso se reflete nas lojas dela. As lojas têm o clima da Carol. E o clima da loja é o clima da Odery. As lojas são super bonitas, finas, você chega e está em casa. O marketing das lojas é pra frente, é institucional, a Carol pensa nas lojas como marca, num negócio além das lojas, faz um negócio para o consumidor se sentir bem. E essa é a mesma forma de pensar da Odery.

Odery Privilege PR 200 HW, destaque na página de ofertas da Acústica

Odery Privilege PR 200 HW, destaque na página de ofertas da Acústica

Como é o processo de criação de novas linhas de baterias? Vemos que há um contato muito forte da empresa com o cliente. Isso influencia o desenvolvimento de novos instrumentos?
Acho que o cliente acaba participando de forma indireta e inconsciente da formulação de novos produtos. A gente sempre tem contato muito forte com o consumidor e com o consumidor profissional. Grande parte dos nossos clientes é formada por profissionais liberais, como arquitetos, médicos, mas a gente tem um contato muito forte também com bateristas profissionais. A gente sempre ouve a necessidade do cara e por menor que seja o conselho, a sugestão, a gente leva isso pra dentro da empresa, a gente discute. Por exemplo: em um evento recente, um cara botou uma observação que procede, sobre um tambor Octoban. Isso, dez anos depois de o produto estar no mercado! Cada crítica que a gente recebe a gente para pra analisar. Todos os produtos que a gente desenvolve têm a participação do consumidor. Eu também sou músico, o meu irmão é baterista, eu toco guitarra, violão. A parte de design, por exemplo, vem da gente. A gente pensa bastante essas questões.

Equipo é uma das atrações da Expomusic 2009

A guitarra Ibanez H.R. Giger, com desenhos do Alien assinados pelo criador do personagem

A guitarra Ibanez H.R. Giger, com desenhos do Alien assinados pelo criador do personagem

A Equipo, uma das maiores empresas do segmento de instrumentos musicais e áudio profissional, atua como distribuidora exclusiva no Brasil para mais de 20 marcas, entre elas, gigantes internacionais da indústria como Behringer, Ibanez, Tama, Laney, Ghs, Sabian. A empresa é uma das expositoras da Expomusic 2009, que tem início no dia 23 de setembro. Edgard Ribeiro, supervisor de marketing, conversou com a reportagem do blog e nos apontou cinco grandes destaques de 2009:

1) Guitarra Ibanez H.R. Giger: com modelo de 2008, leva o nome do criador do personagem Alien, que, fica estampado em desenhos de alto relevo na superfície do equipamento. Super badalada! 2) A belíssima guitarra JS 20 S, da linha Signature, que leva as iniciais de Joe Satriani. 3) Amplificador para guitarra Laney LX 35 Camo, com tecido que simula camuflagem, inspirada em estampa de uniforme do exército britânico (modelo 2008/2009). 4) A linha Classy, das guitarras Groovin. 5) A bateria Dixon PR5 22, “relativamente nova no Brasil”, de acordo com Edgard.

Amplificador para guitarra Laney LX 35 Camo

Amplificador para guitarra Laney LX 35 Camo

“Participamos de todas as feiras da Revista Música & Mercado este ano”, no disse o supervisor de marketing da Equipo, em julho. Ele afirma que em 2009, a estratégia da empresa é trabalhar linhas de produtos lançados em 2008 e que ainda são novidades no Brasil. Entretanto, o site da Expomusic já destaca dois outros lançamentos da distribuidora, neste segundo semestre: O Mixer SX244FX, da Behringer (“alto headroom, nível de ruído ultra baixo e equalizador de três bandas”), e os fones de ouvido OMX 70, da Sennheiser, “equipamento ideal para utilizar durante exercícios físicos, além de ser leve e confortável”.

Quer saber mais? Visite uma das lojas da Acústica e fique por dentro das últimas novidades Equipo!

Expomusic 2009: Florence Music e Santo Ângelo são destaques

Falta pouco mais de um mês para a Expomusic, feira de música realizada em São Paulo anualmente. O evento é o maior da América Latina, no segmento de música e mercado, reunindo num só espaço fornecedores, lojistas, artistas e consumidor final. Em 2008 a Acústica participou da feira, mantendo a tradição do contato direto com as últimas novidades do segmento musical – o que resulta sempre em inovação nas vitrines das lojas e atualização de gerentes e vendedores.

A feira deste ano acontece entre os dias 23 e 27 de setembro. Até lá, vamos manter aqui no blog uma série de notas e entrevistas, antecipando um pouco das expectativas de lançamentos, relação entre fornecedores e o mercado carioca, além de instrumentos e acessórios já lançados em 2009 e que vão figurar nas mãos de artistas e nos stands de fabricantes.

Separamos neste post inicial dois distribuidores de grande destaque, que participarão da Expomusic:

Florence Music

• Mesa de som profissional com 24 canais • 2 processadores de efeitos digitais de 24 Bits com 100 programas • 16 entradas balanceadas mic/line + 2 canais mic/estéreo + 2 canais estéreo • Inserts nos canais mic/line • EQ de 3 bandas para todos os canais mono (sweep nos médios) • EQ de 4 bandas para os canais estéreos • 6 saídas auxiliares (ajustáveis em até 8) • Controle de pan, solo e mute por canal • Fader de 100mm em todos os canais, grupos retornos de efeitos e main mix • 4 Sub grupos com saídas diretas e inserts • 4 retornos de auxiliar • Saída mono out com insert + fones, 2Track / rec out e USB • Saída main out com insert (fader de 100mm) • Led medidor de sinal (main mix, grupos e PFL/AFL) • Phanton Power para todos os canais • Talkback • XLR e 1/4" estéreo (saídas main) • Saída XLR mono com filtro low pass ajustável (para saída de subwoofer) • Interface USB I/O integrada - (gravação fácil da performance em seu computador ou fácil acesso a plugins e playbacks) • Alimentação: AC 120V/230V/240V, 50/60Hz • Consumo de energia: 60W • Dimensões: 798mm x 159mm x 533mm • Peso: 16,2 kg  • Nível Máximo de Saída (0.5% THD em 1kHz) +24dB (MAIN L/R) em 10KΩ + 20dB (INSERT) em 10KΩ + 20dB (GRUPO, AUX/EFX, CONTROL ROOM) em 10KΩ Acima de 100mW (HEADPHONES) em 33kΩ  • Resposta de Frequência: 20Hz ~ 20kHz, +1/-2 dB (MIX L/R, GRUPO, AUX/EFX SEND) em 10kΩ  • Crosstalk (em 1kHz): -70dB entre canais de entrada -70dB entre canais de entrada/saída  • Controle de Ganho (entrada mono): 44dB variável (-50dB ~ -6dB), (-30dB ~ +14dB)  • Ganho (entrada estéreo): 40dB variável (-20dB ~ +20dB)  • Filtro High Pass: 75Hz, 18dB/oitavaA empresa tem sede em Barueri, São Paulo. De acordo com Roger Frias, vendedor, a movimentação do Rio de Janeiro, em termos de feira, já supera, por exemplo, o mercado de Ribeirão Preto. A marca Randall, de amplificadores, é a que a Florence tem trabalhado nos eventos. Além disso, a distribuidora tem apresentado como destaque as mesas de som da marca Samson: “A mesa [na foto ao lado] já vem com uma conexão USB. Todo mundo quer hoje esta praticidade”, explica Roger. “Em todas as feiras a gente faz um treinamento da Samson, que continua nas lojas, posteriormente”. O ritmo é intenso: dois meses após a Expomusic, a Florence já começa a planejar a feira do ano seguinte.

Santo Ângelo

Daniel Bernardes, da Santo ÂngeloDaniel Bernardes, engenheiro de desenvolvimento da fabricante apresentou à Acústica a linha Mute, de cabos. Quando acionado, o plug desliga o sinal de áudio, que acaba com o ruído, durante a manipulação. “O mais legal deste cabo é o sistema de acionamento mecânico, que evita os ruídos na hora de plugar o instrumento na caixa”, afirma Daniel. “O plug saiu agora em junho e foi exposto na Feira Música & Mercado de Belo Horizonte. Começamos a trabalhar comercialmente a partir daí”. Ao lado, Daniel posa com o cabo Mute, patente exclusiva do Brasil.

Entrevista: Daniel Neves

Daniel NevesDaniel Neves é editor da Revista Música & Mercado e organizador de feiras regionais que, nos últimos meses, movimentaram milhões de reais e têm fomentado, ao longo do país, um novo ciclo de eventos e aproximações entre fabricantes e varejistas do mercado musical. A 11ª edição da Feira Música & Mercado foi realizada nos dias 18 e 19 de julho, no Rio de Janeiro, reunindo cerca de 30 expositores e mais de 170 marcas. Daniel conversou com a Acústica:

Esta é a segunda feira realizada pela M&M no Rio de Janeiro. Como se caracteriza o mercado no Rio?
O Rio de Janeiro é mercado muito grande e mal trabalhado, em termos de desenvolvimento musical. Por todos nós, lojistas e revistas… É necessário que o mercado compreenda a importância de criar mercado. A gente não aproveita o potencial que este setor tem. Esta feira é ainda um projeto embrionário. É preciso criar um processo de evangelização musical, alcançar outros mercados.

O que seria essa evangelização musical?
Digo a palavra evangelização neste sentido: música é diversão, é mais sadia que um vídeo-game. Desestressa, é rica culturalmente, trabalha com seus sentidos. O músico trabalha com raciocínio, abstração… A música é propulsora do jovem. A gente precisa de gente tocando, não é necessário que todos sejam músicos. E precisa de incentivo, dos próprios músicos, dos professores. O carioca precisa entender o tamanho da musicalidade que tem aqui. Se houver esse incentivo ao jovem, para que ele tenha música como lazer e não necessariamente como profissão, a gente vai ter um mercado muito maior e um mundo muito mais colorido.

A crise econômica atrapalhou o mercado de música e a participação nas feiras?
A crise não atrapalhou. A crise atrapalha quem não se movimenta. Este ano a feira do Rio de Janeiro tem R$1,7 milhão em movimentações financeiras. No ano passado, foram R$1,2 milhão. A feira cresceu 50% do ano passado para cá.

A edição deste ano foi realizada em um espaço mais confortável para fornecedores e lojistas. Como foi a mudança?
A mudança de espaço teve retorno fantástico dos expositores. Ano que vem será aqui [no Centro de Convenções SulAmérica, no Estácio], mas na sala da de 5 mil metros quadrados, com 60 expositores e dois dias de feira para comércio e dois dias abertos para o público.

Sandra, meninos da Mangueira…

A equipe do blog tem passeado por alguns eventos, shows, conversado com artistas, empresários… Daí têm saído alguns contatos bem legais, entrevistas e preparativos para ações em comemoração aos dez anos da marca Acústica Perfeita, que consolidamos neste ano…

Carol Góes e Sandra de Sá

Carol Góes e Sandra de Sá

Na foto, Carol Góes, aqui da Acústica, conversa com Sandra de Sá, logo depois da apresentação que a cantora fez no dia 16, no Teatro Carlos Gomes. Sandra falou pra gente um pouco sobre o novo CD, que deve sair em meados de novembro: “Tem muita coisa neste trabalho, eu estou fazendo o CD desde 2006. Foi bacana, que a gente foi gravando, fazendo show…, parece que o disco foi todo feito agora, está homogêneo. É sinal de que estamos firmes no nosso conceito. Tem samba, tem rock and roll, tem funk, tem blues. No blues tem berimbau, é a maior mistura…”

Em uma festa, há poucos dias, encontramos os dançarinos Marcelo Chocolate e Bombom. Belos e super simpáticos! Na mesma noite, conversamos também com Nelcimar Nogueira, coordenadora do projeto do qual participam os meninos da Orquestra de Violinos Cartola Petrobras. De acordo com ela, os resultados das atividades têm sido muito bons, uma “influência positiva onde moram, além de os meninos terem acesso a espaço e pessoas que os faz desejarem terem mudanças de vida”. Os meninos, que neste mês se apresentaram com Sandra de Sá, em julho, têm show marcado com Emílio Santiago, no Circo Voador.

[Jean Souza]