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Na mídia: Espaço Acústica na coluna Gente Boa, do Globo

As notinhas publicadas no jornal O Globo de hoje, na coluna do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos antecipam os atrativos culturais do Espaço Acústica, empreendimento do Grupo Acústica Perfeita:

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Jornal da Globo exibe matéria gravada na Acústica

Na sexta-feira, 21 de maio, o Jornal da Globo exibiu matéria gravada na Acústica pelo jornalista Nelson Motta, para o quadro Sintonia Fina. Durante a reportagem, ele falou sobre Jimmy Hendrix, usando como cenário a loja e as guitarras da Acústica Perfeita da Rua Carioca.

CLIQUE AQUI para assistir ao vídeo

Reprodução do site do Jornal da Globo

Nelson Motta fala sobre Jimmy Hendrix ao blog da Acústica

Tivemos alguns minutinhos de conversa com o jornalista, durante gravação de reportagem em uma das lojas

Mais uma vez, uma loja da Acústica é escolhida como cenário para matéria de TV. Desta vez, recebemos a ilustre visita de Nelson Motta, conforme postamos aqui, no início da semana. A simples presença do jornalista já foi uma experiência marcante pra gente – Nelson é um ícone da história da música brasileira: suas letras já foram interpretadas por Gal Costa, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Elis Regina, Elizeth Cardoso, Maria Bethânia, Rita Lee, Djavan… A lista é extensa. Nana Caymmi, Erasmo Carlos, Tim Maia, Sergio Mendes – praticamente todos os grandes intérpretes da nossa música têm alguma relação com o cara. Compositor, produtor musical, jornalista, escritor, já foi casado com a atriz Marília Pêra, foi o responsável pelo lançamento de Marisa Monte no cenário artístico, além de ter sido criador da casa noturna Dancin’ Days, a primeira discoteca do Brasil, montada em 1976, cujas garçonetes cantoras logo seriam conhecidas como As Frenéticas.


Autor de “Noites tropicais: solos, improvisos e memórias musicais” (2000), “Vale tudo – O som e a fúria de Tim Maia” (2007) e do recentemente lançado “Força estranha”, Nelson Motta é referência bibliográfica quando o assunto é música. Na visita que fez à Acústica (Rua da Carioca, 43), depois de horas de gravação, ele deu uma palavrinha rápida com a equipe do blog, explicando um pouco da matéria sobre Jimmy Hendrix, que vai ao ar nesta sexta-feira à noite, no quadro sobre música, que apresenta no Jornal da Globo.

Confira aqui o making off, no flickr da Acústica

“Aproveitei o lançamento do disco Valleys of Neptune [Sony] pra fazer uma coluna sobre o Jimmy Hendrix. O gancho foi o lançamento deste disco inédito, quarenta anos depois de sua morte. Na coluna, estou fazendo uma revisão da carreira dele, quando ele começou na Inglaterra”.


E Nelson nos conta um pouco sobre a vida do astro:

“Os Beatles eram fãs dele. Eric Clapton, Jeff Beck, The Who, todo mundo virou fã do Hendrix em Londres, enquanto ninguém o conhecia nos EUA. Se bem que o Jimmy Hendrix, antes de ir para a Inglaterra, tocou com BB King, com Isley Brothers e com o Little Richard. Ele fez um curso completo de blues, de R&B com o Isley Brothers e de rock and roll com o Little Richard. Juntou tudo isso com o gênio dele e aprendeu muito de guitarra, de distorções. Ele teve aula com Frank Zappa. O Jimmy embalou isso tudo e estourou. Nos EUA não deu muito certo, mas quando ele foi pra Inglaterra, aí que ele fez a Jimmy Hendrix Experience e começou a ser visto, virou um gênio da guitarra”.

No meio da gravação, entre guitarras Fender e Gibson, escolhidas minuciosamente pela equipe, eis que um trompete sai da vitrine e entra também em cena:

“[Na matéria], falo também do Miles Davis, que tinha o sonho de gravar com Jimmy Hendrix – algo que nunca aconteceu. Então a gente vai misturar na televisão uma gravação do Hendrix com outra do Miles Davis”, explica Nelson.


Nós perguntamos se esse mash up de artistas é ainda uma questão quente, dentro do debate sobre a lei de Direito Autoral e ele responde:

“Eu acho um avanço e acho que isso tem que ser legalizado, como foram os samples. Hoje pessoas podem samplear o que quiser, pagam os direitos, tem créditos no disco. É civilizado. E isso vai existir cada vez mais. Pra mim, o que interessa é o resultado. Quantos discos não foram feitos com duetos póstumos, não é? Tem uns que são ridículos, constrangedores, deviam ser proibidos! Tem outros que são sublimes, geniais. A tecnologia nos permite isso. Às vezes dá muito certo. Tem o Renato Russo cantando com a Marisa Monte, que é um espetáculo. O que interessa é isso”.

[ Jean Souza]

Confira making off de clipe dirigido por Rafael Almeida

Matéria foi publicada no portal do programa A Tarde é Sua, da Rede TV

A equipe do programa apresentado por Sônia Abrão registrou a participação da atriz Priscila Sol, no videoclipe da banda Mahais, dirigido por Rafael Almeida, com apoio da Acústica. Na matéria, a atriz fala sobre o trabalho, onde faz par com Thiago Martins.

Os integrantes da banda e o ator Rafael Almeida, literalmente, vestiram a camisa da Acústica. Confira aqui!

Nelson Motta confere guitarras na Acústica

Sabem o Nelson Motta? Pois é, o jornalista, produtor cultural e compositor, ícone da música brasileira, fez uma visita à Acústica ontem pela manhã. Na loja 43 da Rua da Carioca, Motta gravou trecho do quadro que apresenta no Jornal da Globo, sobre música.

A loja foi escolhida por ter alguns modelos de Fender Stratocaster, guitarra usada pelo astro Jimmy Hendrix no auge da carreira. A Sony está lançando o álbum Valleys of Neptune, com 12 interpretações inéditas gravadas pelo guitarrista pouco antes de sua morte, no final dos anos 60. A matéria vai ao ar na sexta-feira, 21 de maio.

Muito simpático, Nelson Motta conferiu alguns modelos de Fender e Gibson da Acústica e ainda gravou ao lado de um trompete, pra homenagear o músico Miles Davis.

Ainda nesta semana, a gente publica uma pequena conversa que teve com ele. Aguardem!

Acústica na revista Arquishow

A loja Acústica Acessórios tem seu projeto arquitetônico mais uma vez em destaque na mídia. Desta vez, uma edição especial da revista Arquishow apresenta os concorrentes do VI Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa, realizado em julho. A matéria destaca, entre outros aspectos, o fato de o prédio ser tombado: a legalização e preservação histórica da construção, junto à prefeitura do Rio, foi uma das etapas necessárias à sua inauguração.